A conversa se desenvolvia naturalmente, palavras faceis de se dizer, confissões banais quando ditas a quem muito sabe sobre nós. A conversa se desenrolava entre as pessoas ao lado, enquanto eu e ela tentávamos chegar a um consenso sobre a essência de cada um.
Não demorou, e outro assunto me chamou atenção, meninas ao lado conversavam sobre trilhas sonoras ao passo que deixava de lado a filosofia sobre essencias. Das essências minha amiga passou a discutir em mesa alheia sobre as palavras e sua importância.
Ao lado passamos de sons as palavras, nos juntando a discussão calorosa que seguia guiada por afirmações emblemáticas dela, que acredita fielmente que uma palavra dita ou silenciada pode mudar um coração de lugar.
Enfim todos estavam em silêncio. Retornamos ao silêncio.
Nos olhamos, e reconhecemos enfim a cumplicidade de um sorriso silencioso, porque no silencio encontramos o sentido de todas as conversas. Encontramos enfim a tênue linha que divide tanto quanto fortalece a ligação entre essências, sons, palavras e por fim o silêncio.
Explico.
Continua...
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Um comentário:
Então explica.
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